Celebrando 60 anos
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19 de Setembro de 2026 · 17h00
Poucas histórias mostram tão bem o que é construir algo do zero quanto a de Adolar. De uma infância simples no interior do Rio Grande do Sul até a fundação da Quy Sorwetto em Petrolina, sua trajetória é feita de trabalho duro, coragem para recomeçar e amor pela família. Hoje, celebramos essa história junto com ele.
Adolar nasceu em 14 de junho de 1966, na Linha Santo Antônio, Cerro Largo, no Rio Grande do Sul (por um erro no registro, sua certidão saiu com a data de 14 de setembro, que acabou virando o aniversário "oficial" ao longo da vida). Cresceu numa família simples de 10 irmãos, sendo o nono filho. Caminhava quilômetros até a escola e brincava com brinquedos feitos à mão, junto dos irmãos.
Foi dos pais que aprendeu os valores que carrega até hoje: honestidade, humildade e trabalho. Ainda menino, já ajudava em todas as atividades da roça, ao lado do pai, um exemplo de dedicação que marcou toda a sua vida.
Em 1991, casou com Elisabete, sua parceira de vida e de jornada. Pouco depois, o casal deixou o Sul rumo ao Piauí, dando início a uma nova fase, cheia de recomeços. Hoje, o maior sonho de Adolar é simples e bonito: ver os filhos crescerem, seguindo seus próprios caminhos, com ele e Elisabete por perto, torcendo por cada um.
Antes de qualquer sonho empresarial, Adolar queria mesmo era ser motorista de caminhão. A vida, porém, tinha outros planos: um convite do irmão Nadir o levou para o Nordeste, e foi lá que sua história com o sorvete começou, em 1991, em Corrente, no Piauí.
A trajetória da Quy Sorwetto teve início de maneira simples, com a venda de picolés em carrinhos pelas ruas. Adolar e Elisabete construíram, passo a passo, as bases do que viria a se tornar a marca. Em 1993, optaram por seguir seu próprio caminho e se estabeleceram em Petrolina, dando início a mais um capítulo dessa jornada.
O que veio depois é a prova do que trabalho e persistência podem construir: dos primeiros carrinhos de picolé aos freezers espalhados pela cidade, até a empresa consolidada que a Quy Sorwetto é hoje. Mesmo nos momentos mais difíceis, Adolar nunca pensou em desistir.
O que mais emociona Adolar, ainda hoje, não são os bens ou as conquistas materiais, mas a estrutura viva que construiu: os mais de 1000 colaboradores diretos e indiretos, o dia a dia da empresa, tudo o que nasceu do nada e se tornou algo grande. Para ele, nada disso é só seu, é de todos que caminharam juntos.
Seu maior legado é essa certeza simples: tudo se conquista com trabalho, nunca com atalhos. É esse valor que ele espera deixar para os filhos, netos e para quem o cerca. Mais do que ser lembrado pelo que construiu, Adolar quer ser lembrado pela pessoa que sempre foi.
E o sonho que ainda persegue não tem nada de material: é ver a família e a Quy Sorwetto continuarem crescendo, escrevendo os próximos capítulos de uma história que começou com um casal e alguns carrinhos de picolé pelas ruas de Petrolina.
Hoje, celebramos essa trajetória. Obrigado a todos por fazerem parte dela.
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